segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Orgulho dos projetos do meu avô...


Meu avô foi um dos pioneiros com um projeto nas décadas de 70-80 de colônias agrícolas prisionais, com base em projetos ingleses, na CMRJ.
Vovô achava que criando oficinas profissionalizantes e dando trabalhos para a população carcerária, eles produziriam o próprio alimento.
Além de produzirem seus alimentos, poderiam vender o excedente e usar para a melhoria de sua qualidade de vida.
Ele também pensava em oficinas para que os presos pudessem fazer do ambiente deles melhor, mais bonito. Lembrei em Nise disso.
São os que combatem o sistema que Foucault descreve de encarceramento, tanto nos presídios, escolas qto nos manicômios. Enjaular pessoas sem qualquer produção e estímulo para sua formação é fazer com que essas pessoas enlouqueçam e só pensem em coisas ruins.
Vovô sempre me deu orgulhos, e depois de falecido, eu li seu projeto ainda no manuscrito, com sua letra linda e senti algo inexplicável.
 "Restaurante nos EUA transforma ex-presidiários em profissionais da cozinha": http://bit.ly/2joxlX1 #DoBem

Dias de reflexão e crescimento.

Pra mim a ciência e a minha vida estão se entrelaçando...
Não temo as mudanças. Se forem para o melhor. Se forem para o bem. Que venham todas!
Ler Bachelard pra mim foi muito recompensador, pois ele fala que na ciência, o erro tem um valor imenso. O "não", a negação causa a psicologização do processo dialético de construção do conhecimento.
Ser uma pessoa em evolução não é ruim. Errar muito menos. Isso cientificamente é produtivíssimo. Geralmente escamoteamos nossos erros, defeitos e ñ nos permitimos fazer o processo dialético do conhecimento, da evolução do nosso espírito.
Precisamos do processo de análise dos nossos próprios erros e a partir dessas reflexões buscar as modificações, saindo do realismo ingênuo... Até o racionalismo discursivo.
Assim era feita a teoria da negação de Bachelard, que se inspirava muito nas teorias psicanalíticas de Freud. Bachelard foi um encontro muito interessante, depois com a Letícia Parente, e esse processo de conhecimento está me modificando demais.
É bom me sentir imperfeita, negar para evoluir e construir um espírito mais evoluído e buscar melhorias e racionalizar meus processos.
A cura interior é algo que advém de processos de conflitos internos entre o eu anterior e o eu que se quer lá no fundo conquistar ser.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Educação: processo complexo, porém válido.


Questão semiótica... O que outro vai entender depende única e exclusivamente do que ele vai adaptar para sua cultura (processo social, não individual da coisa)... Se a gente transmite uma mensagem e a gente tem um processo de formação de conhecimento, cultura e uma determinada linguagem para fazer isso, o outro se não fizer parte do meu nicho cultural, não estabelecer sinais e significados para esses sinais, ele vai tender a adaptar para a sua compreensão, do seu jeito.
Daí as tensões da palavra quando apresentada para um público em sala de aula ser tão complexo, pois é um público heterogêneo e muitas vezes culturalmente diverso da nossa cultura, além disso, há toda a adequação do "dialeto" do que ensinamos para o aluno.
Processo difícil é esse da tal Educação e mesmo assim, ela se estabelece, pq, graças a Deus somos seres sociais e é devido a essa socialização e grande troca que podemos estabelecer canais efetivos.
Processo complexo, mas ainda válido e por isso que eu luto pela causa até morrer.
#AMOMINHAPROFISSÃO

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Servidores do RJ doam cestas básicas para ajudar colegas que estão sem s...

Palestra Cristiana Passinato II Seminário Pedagógico CIEP 175 São João d...



Foi um momento muito importante e rico da minha carreira como professora.
Em 2012, a convite de uma colega, também professora, ela de sociologia e eu de química, que lecionava comigo no Colégio Estadual Rotary, na Ilha do Governado, apresentei uma palestra no CIEP 175, de São João de Meriti. Foi uma troca muito rica.
Acredito que todas as escolas devam produzir momentos desse tipo e levar seus resultados à SEEDUC-RJ que por sua vez deveria promover a reunião de diversos núcleos de debate gerados por esses momentos e promover um maior por ano e com as produções desses momentos publicarmos em revistas os nossos trabalhos completos e tudo mais, pois assim nós teríamos, pelo menos o crescimento dentro de nossas práticas.
Eles têm espaço físico e no calendário pra tal, só não têm interesse político para estimular e realizar tais estímulos. Não interessa, não convém...

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Pensamentos insones...


Pensando... Muitas vezes nos queixamos do que somos partes integrantes e também reproduzimos de erros. Assumir erros faz parte do processo de maturidade. Trabalhar para não prodizi-los e crescer a partir da sua resolução é evoluir. #ReflexoesInsones