sexta-feira, 4 de maio de 2012

Cuidado com as falsas amizades

Durante muito tempo frequentei um grupo de pessoas que se diziam uma família.
Esse grupo me incluía e dizia amar, quando um determinado líder me respondia muito em um determinado veículo (mídia social).
Pessoas de Igreja, verdadeiras santas e santos, todos unidos e falando só do bem, orações, músicas católicas e tudo mais.
Fui percebendo dentro do mesmo meio que havia uns comentários umas sobre as outras e em reservado e em aberto todas se diziam amar, serem irmãs, etc...
Aquilo me incomodou e eu me afastei pouco a pouco de muitas, de várias, quando vi, quase de todas as pessoas.
Comecei a reparar que houve um movimento dizendo coisas de mim, várias inverdades e me qualificando como algo que não era.
Eu passei a viver uma crise imensa, sem saber se eu realmente estava fazendo algo errado ou se eu havia feito alguma coisa com algumas delas, mas percebi que também falavam de mim.
Duas dessas pessoas que compunham esse grupo lideram a turma toda e seguem hoje mesmo me xingando e me agredindo pelas redes sociais...
Eu, hoje, completamente livre de minhas culpas, percebo que essas meninas (mulheres, senhoras até...) precisam muito de orações, amor e muita piedade, compaixão...
Perdoo como toda cristã, mas as quero longe de mim. Longe o suficiente pra poder respirar com sossego. Já não mais vivo tal esfera e nem me dou com nenhuma do grupo.
E todos os fantasmas que elas criaram dentro de mim, hoje estão exorcizados.
Há pessoas que preferem ao invés de fazer o bem, unirem-se a outras para gerar algo bom, fazer o mal, e espalhá-lo.
Prefiro não odiar, pois isso adoece, e me manter na minha linha, produzindo coisas bonitas e boas, divulgando o que acho bacana e que ensinará e edificará na vida de muitos.
Sendo eu ou não criando, tudo que faço é para ocupar meu tempo ocioso com coisas que valham a pena. Faça também esse exercício. Utilize do seu ócio para o bem!

Cristiana de Barcellos Passinato