segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Ser diferente da geração código de barras


Estava olhando para essa imagem e ela veio a me fazer refletir.
Olhei para cada detalhe e lembrei de algumas referências bibliográficas e filmes que vi que falavam desse maniqueísmo da geração massificada pelas mídias, vigiada e controlada, e me veio o seguinte pensamento a seguir, que postei para a Dra Ana Beatriz Barbosa em seu facebook:

Ser diferente não quer dizer que temos algum problema ou defeito de fábrica. 
Quer dizer somente que não nos rendemos aos apelos exteriores em ser como a demanda pede e a sociedade solicita. 
Muitas vezes, os diferentes, os defeituosos, como muitos assim qualificam são aqueles que ditam novas tendências, criam novas modas, são cabeças pensantes que quebram paradigmas e acabam vencendo limites e barreiras por tantos que assim gostariam, mas não têm coragem. 
Portanto, não é ser diferente sem causa ou por ser, mas quando o é, ser com propriedade, porque o que vale mesmo nessa vida é ser quem a gente é. 
Melhor coisa na vida é ter sua identidade e liberdade de espírito. 

Peço que pensem.
Antes de taxar alguém de diferente e criar para ele doenças e rótulos ou mesmo criar "bullying" perseguindo junto a muitos que são iguais e se unem por assim o ser, por favor, tentem olhar para quem se distingue por simplesmente resistir a essa onda de todo mundo se acostumar em seguir o mesmo esteriótipo, comportamento e pensamento.
Isso interessa a muita gente, mas com certeza é pernicioso para nós, para sociedade e até diria para humanidade.
Seja você mesmo sempre!


Tenham uma boa semana,

Cristiana Passinato