domingo, 9 de novembro de 2014

Uma tarde agradável observando comportamentos diversos...


Hoje, nas bodas de prata de minha tia e meu tio, observava meu primo de 15 anos. Alheio a tudo e só quando puxávamos algum assunto que ele curtia que respondia fora do seu mundo (o celular). Ele logo pediu pra sair da mesa e ir para algum lugar isolado dizendo que ia estudar, foi pegar a mochila no carro, alegando ter provas e ainda mta matéria no dia seguinte nas provas no Escola Americana, onde estuda. Diz a mãe que ele só embroma, e não estuda, o que ele faz mesmo é ficar no whatsapp com os amigos. 
Fiquei pensando, eu, na idade dele, ou menos adorava ficar entre os adultos, assuntando tudo, tentando me meter nas conversas dos meus pais, etc.... Conviver com eles... Hoje, também mexo mto no celular, vivo com ele às mãos. Também me isolo quando não muito aceita nos ambientes, ou mesmo isolada - isolamento causado muitas vezes por mim e a tecnologia - porém abraço, falo, sorrio, converso com as pessoas. 
Eu acho que o mundo está criando ilhas isoladas que se conectam mais através dessas conexões/aparelhos do que pelo olho-no-olho e isso dificulta de geração para geração e assim se estabelece o ruído entre pais e filhos... 
Como resolver? Os pais tb devem se embrenhar na mesma rede ou puxar os seus peixinhos dessa rede para os pescadores não os levarem e sufocarem no aquário desse mundo paralelo? 
Complexo!