sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Minha visão sobre o "50 tons", trilogia e filme...


Bem, eu vou ter que acabar a trilogia, dos livros "50 tons" pra escrever sobre, mas li e vi o filme do primeiro e sei que estão distorcendo tudo. Não, eu não estou defendendo a autora e nem quero me justificar porque vi e curti, não. É que eu sei ler, interpretar e repassar. Tem gente que tem coragem de tentar pegar carona no sucesso alheio e ficar cagando regras ou colocando rótulos em quem simplesmente quer ler e assistir a um romance como outro qualquer. Desqualifiquem o livro e a produção do cinema. Ok, todo mundo tem direito a fazer críticas a essas produções, porém não fiquem colocando rótulos nos que consomem um produto que foi massificado e marketiado por aí e que virou modinha e quem sabe pela curiosidade mesmo tenha entrado na de comprar e avaliar. E depois curtiu o que avaliou, pois é de bom gosto, é bem escrito, é interessante, e mais, vc não para de ler. Tem muito autor aí que tinha que aprender com a E. L. James a escrever de forma interessante, pois ela sabe fazer isso. Depois produzo algo pro meu blog mais consistente.


Um detalhe, o sadomasoquismo (que ele, personagem se autodenomina "dominador", "controlador", pois ele não quer causar a dor) do Grey é por conta de um segredo da vida dele, a sua iniciação sexual foi com uma pessoa que apresentou a ele tal prática, e além disso, ele era adotado e filho de uma mãe viciada em crack. Esse homem misterioso, controlador, foi filho adotivo de uma família que viu nele a possibilidade de uma pessoa se sucesso. Ele não curtia vínculos, tem medos. A partir do momento em que ele conhece a estudante universitária de jornalismo Anastasia Steel, aparentemente vulnerável, virgem, delicada, e frágil, ele começa a vacilar quanto aos padrões rígidos que ele mesmo estipulou. Ele mantinha com as "submissas" dele uma relação formalizada por um contrato, e ele apresentou tal contrato a ela. Isso quando já a chamava de namorada, e começou de uma forma totalmente diferente do que com as outras, bem romântica o seu namoro com a Ana. Daí ela começou a por curiosidade testá-lo, estudar o contráto e seduzi-lo sabiamente a fazer o que ela queria e acabar o fazendo mudar aos poucos e tb se apaixonar. O que durante a trilogia, ao que sei ela vai chegar a conseguir completamente e o último chega a se chamar: "50 tons de liberdade". Contei o mínimo pra não perder completamente a graça da obra toda, mas aconselho que não avaliem uma trilogia ou filmes pelas orelhas ou sinopses, podem estar perdendo uma grande chance de assistir e ler algo de qualidade.