sábado, 14 de novembro de 2015


No dia em que nosso processo de educação não for formador, mas construtor de mentes críticas e se fizer na vida e não em prisões ideológicas (não só no seus espaços físicos e as regras burocráticas boçais que em nada pedagógico agregam à formação dos nossos alunos e até nos fazem peça desse xadrez ridículo em que sempre somos sempre os peões que servem para sermos sempre mortos. Até porque a morte do professor é decretada pela falta de autonomia e criatividade), o mundo conseguirá ter mais paz.