sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Pokemon Go, onde vamos parar? Para onde você vai nos levar?


Gente, eu sou mega ultra blaster virtualizada, mas tem limite. Não, eu não acho normal algumas coisas que vejo acontecer. Modinhas virtuais e aplicativos viciantes a ponto de pais deixarem filhos pra fora de casa, bebês. Crianças que ficam loucas, viciadas, ansiosas, nervosas para conseguir pegar um avatar, um bichinho virtual, etc... Lembrei do Tamagoche que eu tive, ele não me deixava ser uma louca assim, pq ele pedia pra fazer as funções de uma pessoa que cria um bichinho mesmo, só que era um brinquedinho eletrônico. Só que esse Pokemon Go parece ser mto mais viciante. Muito mais absorvente e está todo mundo doido com o tal jogo. Vejo pessoas defendendo o jogo como a pessoas, vejo pessoas comparando às redes sociais, sendo que as redes sociais, ainda têm 1 adjetivo que me conforta em ser tida como "viciada", elas são SOCIAIS. Nas redes sociais eu me comunico, eu me informo, eu leio, eu estudo, eu trabalho, eu convivo com pessoas que estariam distantes de mim, e eu estou socializada de alguma forma. O Pokemon GO, não! Não sei se vocês concordam comigo, mas não consigo comparar uma coisa com a outra. Eu, na rua, pouco abro o celular, em meu trabalho, enquanto estou em algum serviço, não abro também, só abro quando estou em pausas, sem fazer nada e mais uso para trabalho e estudos. Não vejo mal em me relacionar via redes sociais e aplicativos para mensagens, mas viver em função e correndo atrás de um bichinho virtual é sei lá, esquisito e eu não me renderei a isso mesmo. Tudo tem limite, sabe! Querem brincar, blz. Se os faz feliz, ok! Mas tentem ter equilíbrio e bom senso, pois não é legal depois perceber que se tornou escravo de um jogo. Bjs